Leilão Motos

Aprenda sobre os leilões de motos organizados por seguradoras

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Leilão de Seguradoras

Na década de 80 a banda Paralamas do Sucesso fez muito sucesso com uma canção que foi proclamada por toda uma geração a plenos pulmões: “Vital andava a pé e achava que assim estava mal. De um ônibus para o outro, aquilo para ele era o fim”. Assim como o personagem principal da música, para muitos brasileiros depender do transporte público é quase uma tortura, mas adquirir um veículo próprio é também um sonho distante.

Para quem gosta de aventura e vive apressado, uma moto é uma ótima escolha. “Vital comprou a moto e passou a se sentir total... a vida em duas rodas era tudo o que ele sempre quis”, dizia outra parte da canção e, outra vez, Vital serve de inspiração a muitos brasileiros. Afinal, não é mais preciso gastar todas as economias para adquirir uma moto: seguradoras e órgãos como o Departamento Estadual de Trânsito (Detran) de cada estado realizam leilões periódicos para desafogar seus pátios e capitalizar em cima de veículos que foram apreendidos há mais de 90 dias e estão parados em seus depósitos por falta de pagamento de multas, impostos e licenciamento; que foram apreendidos em falências para saldar dívidas do proprietário e mesmo que foram resultado de furtos e acidentes.

Os leilões de seguradoras costumam acontecer com maior frequência quando comparados aos dos órgãos estaduais e os interessados podem checar os sites dos leiloeiros para saber em qual dia, horário e endereço pode-se fazer a visitação para conhecer os veículos que serão negociados. Não é preciso negociar a moto “no escuro”. Por meio dos editais e sites é possível até mesmo descobrir onde e quando será realizada a transação e como se cadastrar para participar, já que quase todo leilão de motos deste tipo costuma ser presencial.

Muitas das motos que são negociadas em leilões são sinistradas, ou seja, passaram por algum tipo de acidente e precisam de reparos, ou é sucateada, quando apenas suas peças é que valem a pena ser usadas. Há ainda motos que foram “salvadas”, o que quer dizer que foram financiadas, mas por algum motivo o comprador não conseguiu honrar a dívida e o veículo foi apreendido e seu valor de leilão será usado para quitar o débito com a empresa.

Quem participa de um leilão de seguradora SP pode se informar junto ao Detran da capital para saber se a documentação referente àquela moto garante que ela pode circular por aí normalmente ou se é apenas para desmanche e uso de peças.

Outra vantagem para quem participa de um leilão de motos promovido por uma seguradora está no fato de conhecer modelos diferentes e ter até mesmo uma noção de quais são os mais visados para roubos. Este tipo de informação é preciosa para quem vive em grandes cidades e depende do veículo para trabalhar ou mesmo para trafegar entre a casa e o ofício.

Nesse tipo de negociação com as seguradoras é possível checar o valor de modelos diferentes de motos, sempre comparando o valor do lance mínimo ao do preço cobrado pela Tabela FIPE, que regulamenta a média de preço cobrado em território nacional.

Quem oferece o maior lance em um leilão deve ter dinheiro para pagar o valor negociado à vista, já que não existe o parcelamento (ainda mais sem juros!) neste tipo de transação com a seguradora ou o órgão estadual. Ainda assim, existem algumas instituições financeiras que financiam a compra de veículos em leilão e, para isso, o interessado precisa se informar junto ao seu banco com antecedência para não correr o risco de chegar o dia do evento e ele estar sem os referidos valores acertados e em mãos. Além disso, uma vez feita a oferta e acatada pelo leiloeiro, não é possível voltar atrás na decisão. Quase sempre, um leilão de seguradora RJ ou de outras capitais costuma ser anunciado online e em veículos de grande circulação, como jornais e revistas, em cadernos especializados em automóveis.

Para realizar o mesmo sonho do Vital, dos Paralamas do Sucesso, tem que ter paciência e também uma graninha extra para pagar o valor do lance e também a transferência da moto  para o próprio nome e o Imposto sobre Propriedade de Veículo Automotor (IPVA) do ano em que a moto foi comprada. Depois disso, com Carteira Nacional de Habilitação (CNH) em mãos, na categoria A, própria para dirigir motos, basta colocar o capacete e os equipamentos de segurança e sair circulando e cantarolando por aí, podendo até trocar o nome do personagem da canção pelo seu, com o sonho realizado: “Vital e sua moto, mas que união feliz”.

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